Quinta-feira, 1 de Março de 2012

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publicado por cm30ativo às 18:05
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Quinta-feira, 8 de Março de 2007

GRIPE 1

Gripe sazonal (comum-epidémica)
Gripe das aves
Gripe pandémica
Gripe Pandémica - Informação para Profissionais de Saúde
Introdução
Compreender a Gripe
O que é a gripe
Causas da gripe pandémica
Diferenças entre gripe sazonal e gripe pandémica
Impacte das pandemias de gripe
Gripe das Aves
O que é a gripe das aves
Como pode surgir uma pandemia originada pela gripe das aves
Como proteger a população
Controlo da Pandemia de Gripe
Prevenção
Vigilância global
Diagnóstico
Vacinação
Prescrição de fármacos antivíricos
Intervenção comunitária
Impacte da Gripe Pandémica
Previsão do impacte
Extensão e gravidade da doença
Cenários de impacte na saúde
Impacte em outros serviços
Bibliografia
Suplementos
Equipamento de protecção individual - Máscaras
Cenários ONSA-2006 (link externo)
 
 
 
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publicado por cm30ativo às 13:28
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RISCOS DA OBESIDADE 1

A obesidade é um problema de saúde e não apenas um problema estético; é uma doença crónica tem de ser tratada como tal. Associa-se ainda a um grande número de co-morbilidades, assim como a uma redução da esperança de vida, pelo que merece toda a atenção dos técnicos de saúde.
As possíveis complicações que provêm da obesidade e do excesso de peso estão intimamente relacionadas com a distribuição de gordura no organismo e originam um conjunto de problemas a vários níveis:

  • Físicos: diabetes mellitus, dislipidemias, HTA, problemas respiratórios, cardiovasculares, osteoarticulares, digestivos;
  • Psíquicos: perda da autoestima, depressão, ansiedade, alterações do comportamento alimentar;
  • Sociais: isolamento social, discriminação laboral;
  • Económicos: em Portugal, segundo a Associação Portuguesa de Economia da Saúde, o custo directo da obesidade, em 1996, foi de 46.2 milhões de contos o que corresponde a 3.5% das despesas totais com a saúde. Em 1999 rondou os 90 milhões de contos.
     

Doenças associadas com o excesso de peso

Muitos doentes com excesso de peso apresentam alterações da função da insulina e do metabolismo dos hidratos de carbono, das lipoproteínas e dos triglicéridos. Todas estas situações constituem factores de risco para a ocorrência de doença cardiovascular e aumentam proporcionalmente ao aumento do Indice de Massa Corporal (IMC).

Indivíduos com excesso de peso têm um risco relativo de desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 superior ao triplo, comparativamente com a população geral; da mesma forma, o risco de doença coronária duplica ou triplica em indivíduos com excesso de peso.
Muito aumentado Moderadamente aumentado Ligeiramente aumentado
Diabetes mellitus
(tipo 2)

Doenças da
vesícula biliar

Hiperlipidemia

 

Dispneia

Apneia do sono

Doença coronária

Hipertensão arterial

Osteoartrite (joelhos)

Hiperuricemia/gota

Cancro
(cancro da mama em mulheres pós-menopáusicas, cancro do endométrio, cancro do cólon)
Anomalias das hormonas da reprodução
Síndroma do ovário poliquístico
Diminuição da fertilidade
Lombalgia devida à obesidade
Aumento do risco anestésico
Anomalias fetais associadas a obesidade materna
Riscos relativos a problemas de saúde frequentemente associados ao excesso de peso.


O excesso de peso é um factor de risco independente para a ocorrência de doença cardiovascular. O peso corporal é um factor de previsão de doença coronária melhor do que a pressão arterial, o tabagismo ou a intolerância à glicose. Para além disso, o excesso de peso também aumenta o risco de desenvolvimento de outros problemas de saúde, incluindo alguns tipos de cancro, doenças gastrintestinais, perturbações respiratórias e doenças articulares.

O excesso de peso prejudica significativamente a qualidade de vida

Muitos indivíduos com excesso de peso sofrem de dores, apresentam limitações da mobilidade e desenvolvem uma baixa auto-estima, depressão, perturbações ansiosas e outros problemas psicológicos, em virtude da existência de preconceitos sociais, discriminação e isolamento.

O excesso de peso constitui um importante fardo económico para a sociedade

Os custos económicos associados ao excesso de peso e às doenças a ele relacionadas são substanciais. Incluem tanto os custos directos, relacionados com os cuidados de saúde, como os custos indirectos, associados à perda de produtividade secundária a doenças e incapacidade. Um inquérito, realizado nos EUA a mais de 17 000 membros de uma organização de manutenção da saúde, verificou que os custos directos com os cuidados de saúde aumentam com o aumento do IMC. Os custos com os cuidados de saúde foram 25% e 44% mais elevados, respectivamente, em doentes com um IMC de 30 a 34,9 kg/m2 e com um IMC de 35 kg/m2 ou mais, comparativamente com doentes apresentando um IMC normal (20 a 24,9 kg/m2).

Benefícios da Redução de Peso

Os doentes com excesso de peso não necessitam de atingir o seu peso corporal ideal para conseguirem benefícios significativos para a saúde.
Embora a perda de peso possa reduzir os riscos de saúde relacionados com o excesso de peso, muitos doentes e até mesmo médicos, podem não estar completamente esclarecidos em relação aos benefícios comprovados da perda de peso.
Para além disso, os benefícios não se limitam aos doentes que atingem um peso corporal ideal, um objectivo que pode ser pouco realista e desnecessário. Aceita-se que, uma perda de peso de pelo menos 5% do peso corporal inicial, é suficiente para se conseguirem melhorias clinicamente significativas relativamente a doenças associadas ao excesso de peso.
Esta perda de peso em doentes obesos associa-se a:

  • Reduções dos níveis de colesterol total, colesterol LDL e triglicéridos, e aumentos dos níveis do colesterol HDL em doentes com hiperlipidemia;
  • Aumento da sensibilidade à insulina e diminuição da glicose plasmática e da concentração de insulina em doentes com diabetes mellitus tipo 2;
  • Reduções significativas da pressão arterial em doentes com hipertensão arterial;
  • Aumento da longevidade;
  • Melhoria da auto-estima e do humor.
publicado por cm30ativo às 13:24
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O KE É A OBESIDADE 1

O Excesso de peso e a Obesidade são diferentes graus de acumulação excessiva de gordura no corpo, de forma a poderem prejudicar a saúde.
O peso ideal não existe. O peso normal é um valor individualizado que depende de diversos factores: fisiológicos (idade, sexo, altura, etc...) genéticos, patológicos e culturais.

Existem diversas formas de classificar o excesso de peso do indivíduo associando os factores fisiológicos entre si:
         Indice de massa corporal(IMC)
         Perímetro da Cintura
         Bioimpedância

A mais utilizada é a que se baseia no Índice de Quetelet ou Índice de Massa Corporal (IMC).

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POLUIÇÃO ATMÓSFÉRICA 1

 
     
  Poluição do Ar em São Paulo
     
  A poluição do ar em São Paulo
    Autor: Prof. Dr. György Miklós Böhm
 
  Doenças causadas pela poluição atmosférica
    Autor: Prof. Dr. György Miklós Böhm
 
  Inversão térmica
    Autor: Prof. Dr. György Miklós Böhm
 
  Limites de tolerância
    Autor: Prof. Dr. György Miklós Böhm
 
  Qualidade do ar
    Autor: Prof. Dr. György Miklós Böhm
 
  Como os principais poluentes provocam doenças
    Autor: Prof. Dr. György Miklós Böhm

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NUTROLOGIA 1

bullet Mexa-se. Exercite-se
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 08/02/2006
 
bullet Suplementos esportivos
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 08/02/2006
 
bullet A última refeição
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 13/01/2006
 
bullet Queijos
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 13/01/2006
 
bullet Férias em versão light
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 13/01/2006
 
bullet Pirâmide de alimentos
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 
bullet Café-da-manhã: combustível para o corre-corre do dia
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 
bullet Macronutrientes
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 01/11/2005
 
bullet O que é Nutrologia?
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 01/11/2005
 
bullet Alimentação equilibrada
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 01/11/2005
 

Dicas

bullet Dicas para cair na folia sem ameaçar o peso
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 08/02/2006
 
bullet Dicas para as festas de final de ano
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 15/12/2005
 
bullet Dicas para uma boa alimentação II
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 03/11/2005
 
bullet Economia! Veja como economizar algumas calorias
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 01/11/2005
 
bullet Dicas para uma boa alimentação I
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 01/11/2005


Calorias X Atividades Físicas

bullet Calorias X Atividades de Praia
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 13/01/2006
 
bullet Bebida X Atividade Física
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 
bullet McDonald's X Atividade Física
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 03/11/2005
 
bullet Pizza X Atividade Física
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 01/11/2005
 

Curiosidades

bullet Bebida energética: use mas não abuse
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 
bullet O que o Guga bebe durante o jogo
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 

Receitas

bullet Salada Verde com Molho de Maracujá
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 08/02/2006
 
bullet Batata recheada
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 08/02/2006
 
bullet Salada César de frango grelhado e alho
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 08/02/2006
 
bullet Purê de maçã
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 15/12/2005
 
bullet Arroz com frutas secas
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 15/12/2005
 
bullet Salada da Sorte
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 15/12/2005
 
bullet Suco Hidratante
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 
bullet Salada Brasileira
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 
bullet Espaguete com Tomate, Berinjela e Pimentão Vermelho
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 29/11/2005
 
bullet Torta Rápida Light
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 03/11/2005
 
bullet Mousse de Maracujá Light
Autor: Clínica Dr. Queroz | publicado em 01/11/2005

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MEDICINA ORIENTAL 1

 
     
  Teoria dos Jing Luo - Meridianos
    Autor: Prof. Dr. Geng Junying | publicado em 27/01/1998
 
  Comentários sobre o Curso de Especialização em Acupuntura
    Autor: Dr. Chin An Lin | publicado em 27/01/1998
 
  QI e Energia: Tradução, Tradição, Traição
    Autor: Dr. Marcus Vinicius Ferreira | publicado em 27/01/1998
 
  Fisiologia de Acupuntura
    Autores: Drs. Marta Imamura e Wu Tu Hsing | publicado em 27/01/1998

 
Fitoterapia Chinesa
     
  Medicina Tradicional Chinesa
     
  Efeitos Colaterais de Ervas Chinesas
     
  Reações Alérgicas à Ervas Chinesas
     
  Toxidade de Ervas Chinesas

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MAMÃE EBÉBÉ 1

 
     
  Gestação
     
  O pré-natal
    Autora: Profa. Dra. Márcia Maria Auxiliadora de Aquino | publicado em 10/06/2005
 
  Atividades físicas
    Autora: Profa. Dra. Márcia Maria Auxiliadora de Aquino | publicado em 10/06/2005
 
  Alimentação e ganho de peso durante a gestação
    Autora: Profa. Dra. Márcia Maria Auxiliadora de Aquino | publicado em 10/06/2005
 
  Sinais de parto
    Autora: Profa. Dra. Márcia Maria Auxiliadora de Aquino | publicado em 28/06/2005
 
  Orientação geral para o início da gravidez
    Autor: Dr. Nicolau Machado Caivano | publicado em 15/03/1997
 
     
  Cuidados com o recém-nascido
     
  Atendimento inicial do bebê na maternidade: como é feito?
    Autores: Prof. Dr. Sergio Daré Junior e Dra. Glória Celeste V. R. Fernandes | publicado em 18/06/2005
 
     
  Prevenindo acidentes
     
  Acidentes com bebês de até 6 meses de idade
     
  Acidentes com bebês de 7 a 12 meses de idade
     
  Acidentes com crianças de 1 a 2 anos de idade
     
  Acidentes com crianças de 2 a 6 anos de idade
     
  Acidentes com crianças em idade escolar
     
     
  Cuidados com os dentes
     
  Cuidados com os dentes durante a gravidez
    Autora: Dra. Cristiane Müller Del Fiol | publicado em 1997

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ACTIVIDADE FISICA 1

 
     
  Musculação para adolescentes
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 25/10/2000
 
  Estudos com cardiopatas confirmam a segurança do treinamento com pesos
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 19/06/2000
 
  Exercícios proibidos
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 19/06/2000
 
  Potencializando a hipertrofia muscular
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 19/05/1999
 
  Qualidades dos exercícios resistidos
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 19/05/1999
 
  Os diuréticos, o sal e o culturista
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 30/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Conceituações e Situação Atual
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Saúde e Qualidade de Vida
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Exercícios com Pesos e Saúde Cárdio-Vascular
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: O trabalho de força na criança
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Ativação das Fibras Musculares
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Metabolismo Energético
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Hipertrofia Muscular
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Mobilização do Tecido Adiposo
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Destreza e Flexibilidade
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Adaptações Cárdio-Vasculares
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Força e Resistência Anaeróbia
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Velocidade, Potência e Resistência Aeróbia
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Exercícios com Pesos e Qualidade de Vida
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Segurança Cardiovascular
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Segurança Músculo-Esquelética
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Bases do Treinamento
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Condição Aeróbia
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Referencias bibliográficas (ordem alfabética)
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Atualização em Exercícios Resistidos: Referencias bibliográficas (área de interesse)
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 08/11/1998
 
  Drogas anabolizantes:  situação atual
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 07/11/1998
 
  Exercício físico e osteoporose
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 07/11/1998
 
  Promoção da saúde do idoso
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 07/11/1998
 
  Exercício físico e saúde
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 29/09/1998
 
  Exercício aeróbio e anaeróbio
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 29/09/1998
 
  Exercício com peso
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 29/09/1998
 
  Hipertrofia Muscular: aptidão física, saúde e qualidade de vida
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 29/09/1998
 
  A responsabilidade profissional nas informações sobre atividade física para a população
    Autor: Dr. José Maria Santarem | publicado em 18/08/1997

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SAUDE DAPELE 1

1.1 Anatomia e Fisiologia da Pele:

Camadas e estruturas anexas:

A pele representa 16% do peso do corpo humano. Parece pouco? Compare: se você tem 70 kg, sua pele é responsável por cerca de 12 kg do seu peso. Outro número para você lembrar: toda a superfície da sua pele mede de 1,5 a 2 metros quadrados. Entenda como é sua pele e quais são suas funções:

A pele possui três camadas:

A pele é formada por três camadas, bem unidas entre si. São elas: epiderme, derme e hipoderme. Todas são importantes para o corpo, e cada uma tem características e funções diferentes.

1ª. ) Epiderme

É a camada mais externa da pele, aquela que você pode ver. Ela é formada, na sua superfície, por células achatadas, chamadas queratinócitos.

Estas células chamam-se queratinócitos porque são ricas em uma proteína chamada queratina. É a queratina quem, entre outras substâncias, ajuda a evitar a desidratação, ou perda de água, do organismo. Isso porque esta proteína mantém as células mais unidas e, conseqüentemente, com menos espaço para ocorrer a evaporação da água.

Mas a epiderme não tem só queratinócitos. Existem nela outras células, chamadas melanócitos. Estas células produzem a melanina, outra proteína, de cor escura, responsável pela pigmentação da pele. A quantidade de melanina determina a cor da pele de cada um. Além disso, a melanina protege a pele dos efeitos nocivos do sol.

A epiderme está em constante renovação: as células mais antigas são substituídas por outras mais novas. As células (queratinócitos) nascem mais redondinhas e vão se achatando à medida que chegam na superfície.

Este deslocamento para a parte mais externa acontece porque as células são “empurradas” por suas “colegas” que estão nascendo. Bem, depois que chegam na superfície, já bastante achatadas, as células desprendem-se do corpo. Entre o “nascimento” e a “despreendimento” de uma célula se passam de um a dois meses.

O que é um milímetro e meio? Pouca coisa não é? Nada além de algumas folhas de papel sulfite ou mesmo a altura de um clipe de papel. Pois um milímetro e meio significa a maior espessura da epiderme, na região da planta dos pés. Onde ela é mais fina? Nas pálpebras, com apenas 0,3 milímetros, o mesmo que uma folha de papel sulfite.

2ª.) Derme

A derme é a camada do meio da pele. Ela mede de um a quatro milímetros. É formada por fibras e por grande quantidade de vasos sangüíneos e terminações nervosas.

As fibras são produzidas por células chamadas fibroblastos. Essas fibras podem ser elásticas ou colágenas. As elásticas permitem que a pele volte ao normal após ser esticada. Já as colágenas conferem maior resistência à pele, formando uma rede que sustenta outras estruturas. Entre elas, os anexos cutâneos: pêlos, unhas, glândulas sebáceas e sudoríparas.

As terminações nervosas (as extremidades dos nervos, a “pontinha” dos nervos), que estão localizadas na derme, recebem os estímulos do meio ambiente, e os transmitem ao cérebro, através dos nervos. Estes estímulos são traduzidos em sensações, como dor, frio, calor, pressão, vibração, cócegas e prazer.

3ª.) Hipoderme

A hipoderme é a terceira e última camada da pele. Esta camada é formada basicamente por células de gordura. Sendo assim, sua espessura é bastante variável...(depende se a pessoa é gordinha ou magrinha). Ela apóia e une a epiderme e a derme ao resto do seu corpo. E permite que as duas primeiras camadas deslizem livremente sobre as outras estruturas do organismo. Além disso, a hipoderme mantém a temperatura do seu corpo e acumula energia para o desempenho das funções biológicas.

Funções da Pele:

Sua pele é “multiuso”: tem várias funções. Confira quais são:

1. Transmissão de Estímulos e Sensações:

A pele conduz os estímulos que recebe do meio externo para o cérebro. Para isso, possui diferentes tipos de terminações nervosas, conhecidas como receptores.

Os receptores transmitem os estímulos para o cérebro que, por sua vez, traduz estes estímulos em sensações: frio, calor, tato, pressão, dor, vibração, cócegas e prazer.

Para você entender melhor: as terminações nervosas, ou receptores, podem ser comparadas a um interruptor de luz. Já os nervos seriam os cabos condutores. Quando apertamos o interruptor, obtemos como resposta a luz. Quando recebemos um estímulo, obtemos como resposta as sensações.

Existem estruturas específicas para transmitir ao cérebro cada um dos estímulos nervosos.

Sem a pele, você não teria como responder aos estímulos. Imagine: no caso de estar se machucando, não sentiria dor. E, por não sentir dor, não se afastaria rapidamente do perigo, podendo se machucar ainda mais.

As terminações nervosas concentram-se em maior ou menor quantidade, dependendo da região do corpo. Quanto mais terminações, maior é a sensibilidade. É por isso que alguns lugares são mais sensíveis que outros. Olhos e língua são exemplos de regiões bastante sensíveis.

Os tipos de terminações nervosas também variam de acordo com o local. Nos lábios, por exemplo, há maior concentração de nervos sensíveis à dor e pressão. Na língua, existem terminações que nos ajudam a sentir os diferentes gostos dos alimentos: amargo, salgado, doce, ácido.

2. Regulação da Temperatura corporal:

A pele elimina ou conserva o calor do seu corpo, conforme a necessidade. Para dissipar o calor em excesso, produz o suor. Para manter a temperatura, provoca o arrepio.

Suor

Você está adaptado para “funcionar” à temperatura de 36,5 º C. Quando ela aumenta, é preciso dissipar o calor. Então, sua pele produz o suor, através das glândulas sudoríparas.

Mas como é que o suor elimina calor? A explicação é simples, e envolve conceitos de Física: todos os elementos precisam ganhar ou perder energia para mudar seu estado físico. Ganhar energia para mudar do estado líquido para o gasoso e perder energia para mudar do estado líquido para o sólido.

É o que acontece com o suor. Ele é uma gotícula de água sobre a pele que precisa evaporar. Para isso, vai “roubar” energia da superfície da pele, esfriando-a.

Quando a pele esfria, os sangue dos vasos sanguíneos que a percorrem também esfria. Bem, este sangue mais frio circula pelo todo o corpo. Assim, todo o organismo esfria. E pensar que todo este processo começa com as pequenas glândulas sudoríparas da pele.

Mas não são apenas as glândulas sudoríparas que entram em ação para diminuir a sua temperatura. Você já deve ter notado que sua pele fica avermelhada quando você pratica exercícios, tem febre, ou mesmo nos dias mais quentes. Sabe porquê? É que a pele está dando mais uma mãozinha para regular sua temperatura, desta vez através do aumento do calibre dos vasos sanguíneos. Este aumento chama-se vasodilatação, e permite que a perda de calor seja mais rápida, já que circula maior quantidade de sangue esfriado pelo corpo. E, por haver mais sangue em cada vaso, sua pele fica avermelhada.

Arrepio

Nos dias de frio, ou em locais com ar condicionado, você fica arrepiado. Essa é a forma que a pele encontra para lhe proteger das baixas temperaturas. Os pêlos levantados fazem com que uma camada de ar fique parada sobre a pele, funcionando como isolante térmico e evitando a perda de calor.

E como acontece o arrepio? A pele possui um músculo eretor para cada pêlo. Ao se contrair, o músculo coloca o pêlo em pé.

Mais uma vez, os vasos sanguíneos da pele ajudam na regulação da temperatura. Agora, como o objetivo é evitar a perda de calor, acontece a vasoconstrição: diminuição do calibre dos vasos que percorrem a pele.

A vasoconstrição provoca a redução do volume de sangue que passa pelos vasos sanguíneos. Com menor quantidade de sangue esfriado circulando, há menos perda de calor. E, também devido a menor quantidade de sangue, a pele fica mais pálida.

Gordura (Hipoderme)

As células de gordura formam um excelente isolante térmico, conservando o calor interno quando o ambiente está mais frio.

3. Proteção

A pele serve de “armadura” para você: suas estruturas protegem o corpo das agressões do meio ambiente, como bactérias e fungos, condições climáticas, poluição e substâncias químicas, entre outras.

Além de proteger o corpo, a própria pele produz para si uma camada de proteção, chamada manto hidrolipídico. Esta camada é formada por uma mistura de gordura, produzida pelas glândulas sebáceas, e suor, fabricado nas glândulas sudoríporas.

O manto hidrolipídico lubrifica a pele e os pêlos. E porquê essa lubrificação é importante? Porque a camada de sebo e suor torna a pele mais resistente às infecções. Os fungos ou bactérias presentes no ar têm mais dificuldade de penetrar na pele e causar doenças, como as conhecidas micoses e o impetigo (aquela doença de pele que aparece em crianças).

Além de evitar infecções, o manto hidrolipídico protege a pele dos agressores externos que estão no ar, como pó, pólen, pêlos... Sem proteção, estes agentes irritam a pele, causando dermatites (inflamações). A pele também fica mais protegida da ação de moléculas das substâncias químicas, como aquelas que fazem parte dos detergentes e outros produtos de limpeza. Estas substâncias podem causar grande irritação, com vermelhidão, inchaço, coceira e secreções.

A lubrificação deixa os pêlos mais fortes, com menos chance de quebrar. Inteirinhos, eles ficam mais bonitos e desempenham melhor sua função de manter a temperatura do corpo nos dias ou locais frios.

Outra função do manto hidrolipídico é impedir o ressecamento, evitando a perda de água pela pele. Isso é muito importante em regiões ou épocas do ano nas quais a umidade do ar está baixa. Se não fosse o manto hidrolipídico, sua pele ficaria ressecada com mais facilidade.

1.2. Desidratação e Hidratação da Pele

Causas da Desidratação

Sua pele pode ficar desidratada por vários motivos. Um deles é o clima: muito vento ou sol provocam a evaporação de maior quantidade de água da pele. Com menos água, a pele fica ressecada. Mas pode ser que não esteja ventando e que você não tome sol em excesso e, mesmo assim, sua pele continue seca. Observe se, onde você mora, o ar é seco. A falta de umidade no ar leva ao ressecamento de sua pele, pois há maior evaporação de água do corpo.

Fique atento a mudanças bruscas na temperatura, como o surgimento de vento frio. Ah, e no inverno, a pele fica mais ressecada devido à menor produção de suor e sebo pelo corpo.

Outro motivo de desidratação é o uso freqüente de substâncias químicas, como os detergentes e os solventes orgânicos, utilizados na limpeza doméstica. Estas substâncias atacam o manto hidrolipídico da pele. Sem esta proteção, há evaporação de água e, conseqüentemente, ressecamento.

O envelhecimento também leva à desidratação da pele. Quanto mais velhos ficamos, menor a quantidade de água no organismo como um todo, inclusive na pele.

Algumas doenças de pele perturbam sua hidratação. É o caso da psoríase e das ictioses, que provocam descamação da pele.

Conseqüências da Desidratação

Você já ficou com a pele seca? O aspecto é de pele de cobra: fica toda rachada. Dependendo do grau de desidratação, pode até esfarelar, principalmente no rosto, braços e pernas. É comum aparecerem regiões avermelhadas, que podem inchar, formar bolhas e eliminar uma secreção. Além de problemas com a aparência, pode haver desconforto físico, devido à coceira.

E porquê a pele seca coça e fica avermelhada? A evaporação da água causa um desequilíbrio no manto hidrolipídico, formado por suor e gordura. O manto é responsável pela proteção da pele. Com menos água, há menor proteção. Fica mais fácil a irritação por substâncias químicas, ou mesmo pela poeira que está no ar. A pele reage com inflamação: surgem as manchas vermelhas, chamadas de eczemas ou dermatites. Elas podem acontecer em qualquer idade, mas são bastante comuns nas pessoas mais velhas, que possuem a pele naturalmente mais desidratada. Outra conseqüência da desidratação, devido à alteração no manto hidrolípidico: a pele ressecada contamina-se mais facilmente. Ou seja, a possibilidade de desenvolver alguma doença de pele é maior.

Processo de desidratação e hidratação

Todos nós perdemos água através da pele, pela evaporação. É o que chamamos de perda da água transepidérmica normal (em inglês, TWEL - transepidermal water loss). A perda normal de água acontece quando a barreira de proteção da pele, o manto hidrolipídico, formado por água e gordura, está inteirinha, sem nenhuma falha.

Já a desidratação acontece quando há maior perda de água pelo organismo, acima do normal. Ela é causada pelas falhas no manto hidrolipídico. É por essas falhas que a água evapora. Você lembra os fatores que podem prejudicar esta barreira natural da pele? O clima, substâncias químicas, doenças de pele, envelhecimento...

Para reidratar a pele é necessário um bom hidratante. Ele atua recuperando a barreira hidrolipídica. As células da epiderme (a camada mais externa da pele, lembra?) ficam umas em cima das outras, como lâminas. Com ajuda do Homem Virtual, você pode perceber que a epiderme não é compacta: há espaço entre essas lâminas. Este espaço, na sua porção mais externa, é normalmente preenchido pelo manto hidrolipídico. Quando há falhas no manto, e a pele fica seca, você pode usar o hidratante. Ele penetra na pele e preenche os espaços entre as células, inclusive aqueles nos quais havia falhas na barreira de proteção. O hidratante fecha estas falhas, e evita a evaporação de água além do normal. A pele fica novamente hidratada.

Como evitar a desidratação

Você sabe que a pele de algumas pessoas é mais seca que a de outras. Isso é determinado por fatores genéticos, além da idade, meio ambiente, saúde da pele e hábitos pessoais.

Todos os tipos de pele precisam de cuidados para evitar a desidratação. Ao contrário do que você deve imaginar, a pele oleosa também pode ficar desidratada, apesar do aspecto brilhante causado pela maior produção de sebo. Uma boa hidratação é resultado do equilíbrio entre a quantidade de gordura e água da pele. Portanto, a maior produção de sebo não impede a perda de água.

Independentemente do seu tipo de pele, existem cuidados que você deve ter diariamente para mantê-la livre de ressecamento. São hábitos que valem a pena, não apenas por estética, mas por saúde e conforto. Lembre-se: quando a barreira natural da pele é prejudicada, ela não somente fica sem brilho e com aspecto esfarelado. Fica também sujeita a manchas e contaminações com vírus, bactérias e fungos!

Fique atento, principalmente durante o banho. Existem costumes que levam ao desgate e ressecamento da pele. E o pior é que você pode achar que está fazendo bem para ela...

Veja dicas que farão do banho seu aliado para ter uma pele saudável:

bullet Evite banhos muito quentes e prolongados. Use água morna.
bullet Cuidado para não utilizar produtos esfoliantes muito fortes em áreas mais sensíveis, onde a pele é mais fina. Os cremes e sabonetes com grânulos mais abrasivos (que promovem maior desgaste) funcionam como uma lixa e somente devem ser usados em regiões mais grossas da pele, como as palmas das mãos e plantas dos pés.
bullet Buchas vegetais e esponjas não devem ser usadas todos os dias. Aliás, seu uso é geralmente desnecessário.
bullet Não utilize esfoliantes para o corpo em excesso. O desgaste provocado pelos grânulos pode retirar a proteção de sua pele, ou até mesmo a sua pele! Verifique com um dermatologista a freqüência ideal (pode variar de acordo com o produto).
bullet Os óleos, muito em moda hoje em dia pelo perfume e maciez imediata que conferem, na realidade não hidratam a pele. Eles apenas a impermeabilizam, evitando a perda de água. Ou seja, não substituem o uso dos hidratantes. Estes últimos contêm substâncias responsáveis por fornecer a água necessária para a manutenção da integridade da epiderme. Se você gosta de usar óleo, aplique um hidratante separadamente, em outro horário. Atenção: não adianta passar hidratante imediatamente depois do óleo, pois sua pele já estará impermeabilizada, o que impedirá a ação do hidratante.
bullet Não se esfregue com toalhas ásperas. Use toalhas felpudas, principalmente nas áreas de dobras do corpo (dedos, pés, virilhas e axilas). Assim, você evita qualquer micose oportunista e preserva a umidade da sua pele.
bullet Aplique um bom hidratante corporal logo depois do banho, diariamente. Ele é melhor absorvido se aplicado com a pele um pouco úmida.

Como manter a pele hidratada

Para hidratar a pele e mantê-la hidratada é necessário o uso diário de um bom hidratante.

Lembre-se de beber bastante água todos os dias! A hidratação vem “de dentro”: o próprio manto hidrolipídico é feito da água que vem do organismo. Se você está desidratado, não consegue produzir o manto e fica com a pele seca.

Tipos de hidratante e escolha do produto adequado

Várias substâncias são utilizadas com o objetivo de hidratar a pele, como uréia, lactato de amônio, etc. Estas substâncias são apresentadas de várias maneiras: em forma de creme, loção, gel, spray, mousse... Cada formulação tem uma indicação específica, de acordo com a necessidade da pele.

O importante é usar o hidratante adequado a seu tipo de pele. O dermatologista é o médico indicado para ajudá-lo nessa escolha. Ele vai levar em consideração, além do tipo de pele, vários outros fatores, como sua idade, se você está usando algum medicamento, condições climáticas, gravidez, região do corpo na qual será passado o hidratante... Você pode utilizar os hidratantes que não precisam de receita médica, vendidos nas farmácias ou supermercados, mas é importante você saber que talvez eles não apresentem resultados tão bons. Se você apresentar algum tipo de irritação, é bom consultar um dermatologista.

Uma vez escolhido o hidratante, saiba que ele não poderá ser usado para o resto de sua vida. Isso porque sua pele está em constante mudança, seja pelo passar da idade, pela mudança das estações do ano, hábitos, situações do cotidiano. E o hidratante deve mudar conforme mudam as necessidades de sua pele.

publicado por cm30ativo às 13:17
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